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July 20, 2017

Com planejamento e organização os pais ensinam aos filhos o caminho do sucesso

     As aulas estão começando. Para muitos pais é um momento de sofrimento, afinal, como conciliar casa, trabalho e escola dos filhos?

         Planejar é sempre a melhor opção....

October 28, 2016

PorSilvio Porfirio, Francisco E.B. de Souza e Luis Carlos Cipriano em 29/07/2015 na edição 861

          Com a disseminação das novas tecnologias, o texto vem adquirindo cada vez mais novas configurações, que transcendem as palavras, as frases e, acima de tudo, a modali...

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                                                                 MUDANÇAS NA ESTRUTURA FAMILIAR

 

                                                           A estrutura familiar tem muda constantemente, e estas                                                                    mudanças têm se refletido no comportamento dos jovens.

                                                            Há algum tempo a notícia de que "bater em crianças não resolvia                                                          nada, conversar era a melhor solução" apareceu em todas as                                                                    mídias e transformou a maneira de educar.

                                                           Isso por que quem comungou dessa informação se esqueceu de                                                            que filhos diferentes requerem educações diferenciadas.

                                                           Existem crianças que um simples olhar intimida, mas há outras                                                              em que é preciso estudar qual a melhor maneira de se fazer                                                                    respeitar, por que é isso que falta aos nossos jovens: respeito.

   Por outo lado, mudou também a hierarquia familiar. Hoje, pai e mãe precisam trabalhar "fora" para adquirirem mais conforto. Crianças e jovens ficam sozinhos em casa, com empregados domésticos ou com os avós, que não conseguem dar o "limite" necessário. Os pais, se sentindo culpados pela ausência, erram também ao compensarem os filhos com presentes caros, ou fazendo-lhes todas as vontades.

   O resultado disso pode ser observado nas escolas ou nos convívios sociais, já que esses jovens não aprenderam com os pais valores imprescindíveis: amor e respeito ao próximo, e às diferenças.

   A incorerências não para por aqui: alguns pais qurerem transmitir o melhor dos valores aos filhos, mas não dão exatamente o mesmo exemplo. É comum pais que fumam quererem que seus filhos não cometam o mesmo erro. Ora, os valores são transmitidos através dos exemplos. Tiba Içambi (2009) disse: "Um filho não atende a uma proibição quando os próprios pais não a cumprem". E acrescenta, "na verdade, a impunidade deseduca!"

   E ele tem toda razão: "o que realmente ensina a ética a um filho é educá-lo de forma a levá-lo a assumir as consequências dos seus atos." De acordo com o educador Tiba Içami (2009), simplesmente casticar (surrar, tomar de volta o que já foi dado) não educa e não desenvolve a ética". O melhor é discutir com a criança a melhor maneira de ressarcir o prejuízo causado.

   Acredito que a indisciplina na escola e a falta de respeito pelos profissionais da educação resultam dessa falta de limites. Se a criança não aprende a aceitar um "não" dos pais, como aceitará de um estranho"! E, infelizmente, conforme Içami (2009), "raros são os "nãos" a que o filho obedece. Segundo ele, a criança deve aprender, como a tantas outras coissas, a praticar o significado da palavra "não" desde o seu nascimento.

   Porém, as transformações são necessárias, afinal, a vida é dinâmica. O importante é que saibamos nos adaptar a elas. Num mundo de tantas mudanças e crises não é mais possível funcionar como sempre o fizemos (Içami. 2009).

   Podemos, no entanto, melhorar a nossa qualidade de vida, e a de nossos filhos com mais atividades conjuntas. 5 minutos bem aproveitados valem mais que o dia inteiro, se ensinarmos aos nossos filhos que viver nada mais é que saber respeitar as diferenças, e ao próximo, como a nós mesmos.

 

Por Adriane Martins

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June 1, 2015

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FALAR BEM É UMA HABILIDADE A SER APRENDIDA

 

          Falar não é algo tão simples quanto parece, especialmente a fala em público. Muitos alunos têm uma introspecção tão grande que impulsionam um diagnóstico de "dificuldades na aprendizagem". Afinal, quem não apresenta suas ideias com clareza ou defende mal seus argumentos diante um grupo, enfrenta problemas na sala de aula e na vida profissional.

          Comunicar-se em diferentes contextos é questão de inclusão social. Por isso, a escola e a família precisam prover essa inclusão. Aos pais, cabe o incentivo; à escola, a inclusão de gêneros orais formais e públicos no seu planejamento.

          É isso que, segundo Bernad Schnewly (2010), permite aos alunos apropriações das noções, das técnicas e dos instrumentos necessários ao desenvolvimento de suas capacidades de expressão em situações de comunicação.

          Mas, para Ana Rita Martins (2010), essas atribuições não são fáceis, já que "é na adolescência que o jovem reconstrói seu universo interno e cria relações com o mundo externo. A transformação tem início po volta dos 11 anos. Meninos e meninas passam a contestar o que os adultos dizem. Ora falam demais, ora ficam calados". E a inconstância, segundo ela, é sinônimo de ajuste. Nesse caso  a participação e orientação correta dos pais são fundamentais.

          Bianca Bibian(2010) afirma que saber o que o jovem pensa ajuda-o a se avaliar melhor. E esta avaliação pode começar em casa e, nesse caso, o processo de aprendizagem (em casa) é uma maneira de se aprimorar. A participação do professor nessa situação também é essencial, ensinando-os a se preparar para as situações de comunicação oral. O Debate, o Seminário e a Entrevista são métodos interessantes.

          Se ainda assim o adolescente encontra-se calado, e até desmotivado, talvez seja interessante conversar com um especialista, como nossa Psicóloga Alessandra.

 

Por Adriane Martins